Ação no Aglomerado da Serra pela conscientização e erradicação da violência contra as mulheres tem participação da DPMG

Por Assessoria de Comunicação em 14 de março de 2022

A coordenadora da Defensoria Especializada na Defesa dos Direitos das Mulheres em Situação de Violência em Belo Horizonte (Nudem-BH), Maria Cecília Pinto e Oliveira, participou da ação ‘8M na Quebrada’, encontro comunitário promovido pela Coletiva Mulheres da Quebrada, que busca conscientizar e alertar sobre as violências sofridas pelas mulheres nos espaços domésticos. O evento aconteceu no sábado (12/3), no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte.

A programação variada incluiu churrasco coletivo e caminhada/cortejo com fixação de cartazes, levando a palavra das mulheres a todo o território da comunidade – Fotos: Divulgação/Coletiva Mulheres da Quebrada

O microfone e o palco ficaram abertos para falas de lideranças locais; apresentações de artistas parceiros; e manifestações das participantes, como a leitura de frases escritas pelas mulheres da região sobre a luta contra a violência doméstica.

Durante o encontro, a coordenadora do Nudem-BH, defensora pública Maria Cecília Oliveira, conversou com o público presente, fornecendo informações sobre as formas de violência contra as mulheres e sobre como buscar ajuda e atendimento na Defensoria Pública mineira e demais órgãos da rede de proteção.

A defensora pública também realizou atendimento e orientação jurídica e distribuiu exemplares da cartilha “Desigualdades de gênero e acolhimento à Mulher”, desenvolvida pelo Nudem, em parceria com o Setor Psicossocial da Defensoria Pública.

Defensora pública Maria Cecília Oliveira no ‘8M na Quebrada’: conscientização sobre os direitos das mulheres

O ato contou ainda com um espaço para crianças, com palhaços, brinquedos e jogos, bem como distribuição de absorventes para apoiar a luta pela dignidade menstrual.

Segundo Simone Sigale, uma das fundadoras da Coletiva Mulheres da Quebrada, a ação buscou reunir a comunidade e trazer reflexões sobre o que é a violência doméstica para que as mulheres possam reconhecer quando são vítimas, denunciar e se proteger. “É um ato de denúncia e a favor da vida, que tem como cenário a rua e como protagonistas as mulheres do Aglomerado da Serra”, disse.

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